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A atlética do Jornalismo é gigante

  Por: João Antonio Ferreira

    No sábado, dia 14 de julho, ocorreu no ginásio da Escola Superior de Educação Física, o primeiro dia de disputa dos Jogos da UFPel na modalidade futsal. Depois de alguns semestres sem uma Associação Atlética, o curso de Jornalismo voltou a disputar a competição e obteve resultados satisfatórios.
    Na manhã do sábado, o time feminino jogou as suas duas partidas na competição. Mesmo com poucas atletas e com pouco treinamento, as meninas mostraram sua força e deram trabalho pras adversárias. O elenco foi formado pelas jogadoras Julia Zschornack, Talyssa Machado, Amanda Freitas, Kerolin Lulhier, Ester Caetano e Júlia Moreira.

(Foto: Giancarlo Santorum)

    Na primeira partida, contra a equipe da Engenharia Ambiental e Sanitária, as representantes da raposa, mascote do curso de Jornalismo, jogaram de igual pra igual, tiveram boas oportunidades, mas devido a falta de entrosamento, acabaram sendo derrotadas por 6 a 0. Já na segunda partida, contra as fortes candidatas ao título atletas da Medicina, o placar foi um pouco pior, derrota por 14 a 1. Destaque para o golaço de falta da atleta das raposas Ester Caetano. Mesmo com os resultados adversos, as meninas mostraram que o futuro é promissor para as atletas do curso, que certamente se sairão melhor no próximo campeonato.
    No período da tarde, foi a vez dos atletas masculinos disputarem as suas duas partidas da primeira fase. Com um elenco recheado de bons jogadores, como Igor Krolow, Felipe Fischer, João Pedro Macedo e Matheus Vargas, os futuros jornalistas venceram as duas partidas, a desconfiança e todas as adversidades para conseguirem a classificação histórica.

(Foto: Atlética do Jornalismo UFPel)

    Estreando contra o time da Computação, os atletas sentiram o peso da primeira partida, saíram perdendo, mas conseguiram o empate com Matheus Vargas. Ainda no primeiro tempo, o jogador Nícolas Espilman foi expulso, juntamente com um atleta do time adversário. Após o intervalo, a equipe voltou mais focada e conseguiu a virada que deu números finais ao placar com o gol de Lucas Martins.
    Na segunda partida, o adversário era o time da Agronomia. Dessa vez as raposas saíram na frente com gol de Lucas Martins, o único do primeiro tempo, mas na volta do intervalo, a Agronomia conseguiu a virada em poucos minutos. Contra o placar e contra o relógio, a equipe do Jornalismo teve muita frieza pra aproveitar as duas chances claras e tomar novamente a frente no marcador, os gols de Macedo e Matheus Vargas decretaram a vitória por 3 a 2 e a classificação. Após a partida, muita comemoração dos atletas e da torcida, que apoiou em todos os jogos. A próxima fase, quartas de final, será disputada no mês de Outubro.                                  

Um momento grandioso na copa


Por: Júlia Moreira

    Num momento histórico na Copa do Mundo, trouxe a vivência da mulher ao esporte. No dia 20 de junho de 2018, na Rússia, teve o jogo do Irã x Espanha que dentro de campo o time espanhol venceu. Mas, o que deu o que falar foi nas arquibancadas,onde houve a participação das torcedoras do Irã. Que num sistema político são proibidas de frequentar em seus país.
    O Irã,um país conservador que, as mulheres iranianas tiveram/fizeram o seu momento na Rússia. Que foi considerado(a) a "primeira vez" de assistir ao jogo de sua seleção. E que desde de 1979,a uma lei que a proíbe de assistir ou frequentar o estádio em sua nação, por causa da Revolução Islâmica.
    Pelas torcedoras,este caso é um exemplo para que, os líderes e os políticos revejam e que seja concedida a entrada ao estádio e possa assistir ao jogo do masculino. No entanto,elas podem assistir ao futebol feminino no país. Pela Federação Internacional de Futebol ( FIFA),deu o seu comentário e falou que talvez os líderes do Irã revejam este fato.
    Esse momento trouxe muitas manifestações ao estádio. Onde algumas mulheres iranianas ou simpatizantes das causa feministas,levaram cartazes e dando apoio a está causa nos jogos do Irã. E até o capitão do time apoio está causa.

(Foto: Internet)

    Este cartaz(A cima) tem escrito "Support Iranian Women To Attend Stadium" e que traduzido no português; "Apoiem as mulheres iranianas a comparecer aos estádios".

O Talento Continua


O TALENTO CONTINUA

Apesar de péssimas campanhas na Copa do Mundo e com o Campeonato Brasileiro em baixa, Brasil ainda exporta muitos jogadores para os principais clubes do mundo.

Nesta terça-feira, dia 24 de julho, o Barcelona anunciou a contratação do ponta direita Malcom, joia da base corintiana, estava no Bordeaux da França. O atacante, considerado pela UEFA, uma das 50 maiores promessas da atualidade não foi o primeiro brasileiro a ser contratado pelo time catalão para a próxima temporada. Arthur, revelação da última Libertadores, também foi contratado pelo Barcelona, o que leva a refletir que mesmo com a seleção brasileira não fazendo boas campanhas nas últimas competições disputadas, com exceção das Olimpíadas, os brasileiros ainda são a primeira opção de contratação para os clubes da Europa.

Malcom, atleta do Bordeaux, foi anunciado pelo Barcelona nesta terça. 

A transferência mais cara da história do futebol, Neymar, não foi nem considerado na disputa para a Bola de Ouro desse ano, prêmio dado ao melhor jogador da temporada. Essa escolha também foi recorrente às lesões e à sua péssima atuação na Copa do Mundo. Tudo isso mostra que a seleção brasileira tende a passar por uma reformulação, novos craques como Vinícius Júnior estão surgindo e daqui alguns anos, Neymar vai deixar de ser a maior estrela do Brasil. Neymar precisará amadurecer e se tornar um líder para ajudar e guiar esses novos craques que aparecerão na seleção canarinha.

Neymar deixou à desejar na Copa do Mundo.

Em 2022 haverá mais uma Copa do Mundo e mais uma tentativa de buscar o Hexa, algo que ocorre desde 2006 e ainda não foi encontrado o problema. Diversas críticas já aconteceram como problemas de vestiário, indisciplina e falta de controle do time por parte do treinador, mas a reclamação que não pode ocorrer e que tem sido bastante falada é a de que a seleção enfraqueceu e não tem mais craques. O Brasil sempre esteve e está produzindo craques, talvez para a próxima copa haverá mais estrelas do que na última. A mudança que a seleção brasileira precisa é de uma reforma política na CBF e uma estratégia de longo prazo, para assim, os títulos e troféus voltarem para a mão do canarinho pentacampeão.
João Pedro Macedo